Torrefação da Cooxupé é a 6ª maior indústria de torrefação do país

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Colocação vem do ranking feito pela ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café

 

Reconhecimento em qualidade e boas práticas. A Torrefação da Cooxupé conquistou o 6º lugar no ranking nacional que reúne as 100 maiores Indústrias de Café Associadas em 2017, realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Café – ABIC. A planta industrial da cooperativa funciona no Complexo Japy, em Guaxupé. O ranking reúne as empresas que mais produziram e venderam café no ano.

Segundo Mário Panhotta, gerente de divisão comercial da Cooxupé, esta conquista é o reflexo dos investimentos concentrados na Torrefação. “Com o crescimento das demandas no mercado brasileiro do nosso café torrado e moído, construímos uma nova planta industrial, inaugurada em 2015, visando maior capacidade de produção. É válido destacar que também houve uma grande transformação no seguimento torrado e moído no Brasil, por meio das concentrações de grandes marcas e indústrias. Com a nova estrutura tivemos melhores oportunidades de participar deste momento mercadológico. Hoje, a Torrefação da cooperativa está funcionando com sua capacidade total de produção e, além disso, estamos com um novo direcionamento comercial, levando toda linha de cafés para novos mercados em diferentes estados brasileiros. São produtos com procedência e a Torrefação tem seu Sistema de Gestão de Segurança do Alimento certificado conforme a FSSC 22000”, afirmou Panhotta.

Com o projeto de expansão comercial, a linha de café – que inclui as marcas Evolutto, Prima Qualità e Terrazza – alcançou os mercados da Grande São Paulo e interior do estado (regiões do Vale do Rio Pardo, Ribeirão Preto, Franca, São José do Rio Preto, Araraquara e Limeira); do Rio de Janeiro e Região dos Lagos, Sul de Minas Gerais, Belo Horizonte, Juiz de Fora e algumas cidades do Sul do país.

De acordo com a ABIC, o consumo de café não registrou queda em 2017 mesmo diante do cenário de crise. O crescimento de 3,6% é o dobro do crescimento médio mundial e significa que a indústria consumiu mais 771.800 sacas do que em 2016. A expectativa para 2018 é ampliar o consumo para 22,7 milhões de sacas.

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